Professor rebate argumentos do movimento Escola sem Partido e defende formação crítica dos alunos

O Programa Escola sem Partido, que defende o fim da “doutrinação” político partidárias escolas tem pautado as discussões sobre educação recentemente. O portal e-Cidadania, do Senado Federal, abriu ontem uma consulta pública sobre a inciativa , que ganhou forma de projeto de lei de autoria do senador Magno Malta. A matéria prevê a “neutralidade” dos docentes diante de questões políticas, ideológicas e religiosas em sala de aula.

O membro da Rede CpE Charbel El-Hani, professor associado do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde coordena o Laboratório de Ensino, Filosofia e História da Biologia (LEFHBio), se posiciona contrário ao PL e ao movimento. Em aula sobre o tema, o pesquisador defende que é papel da escola formar indivíduos críticos com poder de mudança da realidade. Segundo El-Hani, o movimento desconsidera a autonomia dos estudantes e não adota uma agenda construtiva para a educação no país.

Assista ao vídeo acima.

Sobre o Autor

Sofia Moutinho

Jornalista carioca guiada pela curiosidade e fascinada pela ciência. Especializada na cobertura de ciência, saúde, tecnologia e meio ambiente, atuou como repórter da Ciência Hoje durante maior parte de sua carreira. Na Rede CpE, toca a assessoria de imprensa e a produção de conteúdo.

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